EMGEA participa de coletiva no Conselho Nacional de Justiça – CNJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentou em Junho de 2012 as realizações do Programa “Conciliação”, em entrevista coletiva à imprensa com a participação da EMGEA e de representante da Justiça Federal do DF.

A Corregedora Nacional de Justiça Ministra Eliana Calmon destacou a importância do encontro tendo em vista a necessidade de sinergia entre os órgãos para alcançar os objetivos comuns, relativos às negociações de contratos de habitação.

A meta para 2012 é promover 10.707 audiências de conciliação em todo o país, O objetivo, segundo ela, é reduzir o estoque de processos relacionados ao Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e garantir maior tranquilidade aos mutuários que há anos tentam na Justiça renegociar suas dívidas, para realizar o sonho da casa própria.

O esforço é resultado de parceria entre o CNJ, a Corregedoria-Geral da Justiça Federal, os Tribunais Regionais Federais (TRFs), a Caixa Econômica e a EMGEA. “São processos que fazem volume enorme na Justiça e os juízes não sabem como resolver, pois muitos mutuários não têm como pagar a dívida. Mais do que tirar essas ações da Justiça, nós resolvemos os problemas de milhares de mutuários, que solucionam suas pendências e agora podem conquistar o seu bem mais precioso, que é a casa própria”, afirmou a ministra.

Segundo Eugen Smarandescu Filho, Diretor de Recuperação de Créditos de Pessoas Físicas da EMGEA, com o valor apurado nas negociações deste ano, é possível financiar cerca de 5,6 mil novas moradias.

Desde que a EMGEA foi criada, em 2001, cerca de 65 mil acordos já foram firmados entre mutuários e a EMGEA, nos mutirões de Conciliação, colocando um ponto final nos litígios.

“Há famílias que pagaram por anos suas parcelas, mas ainda possuem saldo residual devedor equivalente a duas ou três vezes o valor do imóvel”, lembra o Diretor. Nas conciliações, a EMGEA renegocia o montante com os mutuários, criando facilidades para o pagamento.

Segundo a coordenadora da conciliação na Justiça Federal do DF e parceira no programa, juíza Gilda Sigmaringa Seixas, os mutuário com processos judiciais interessados em conciliar devem procurar os núcleos de conciliação da Justiça Federal de seus estados.

Nos casos em que a dívida ainda não está sendo contestada na Justiça, as pessoas devem procurar as agências de vinculação de seus financiamentos, para buscar um acordo ainda na via administrativa, diretamente com a EMGEA. “Até o final deste ano, só no DF vamos realizar 330 audiências, para solucionar processos do SFH”, informou a magistrada

Cooperativa Reciclagem, Trabalho e Produção  - CORTRAP  inicia coleta na EMGEA em Agosto

Com o objetivo de conhecer o trabalho do novo parceiro, os membros da Comissão para Coleta Seletiva/EMGEA visitaram em julho a sede da CORTRAP.

A CORTRAP, fundada há 14 anos, opera com sessenta e nove cooperados; recolhendo aproximadamente 96 toneladas de materiais por mês. O material descartado é proveniente de Ministérios, Câmara Federal, Autarquias, Procuradoria-Geral da República e outros órgãos governamentais. A partir de agosto receberão parte do material domiciliar coletado pelo GDF.

Instalada na Região da cidade do automóvel, a cooperativa tem galpão de 5.000 metros quadrados, dois caminhões e prensas especiais para papel e plástico.

EMGEA e CORTRAP

A EMGEA firmou no dia 17 de julho de 2014 com a Cooperativa Reciclagem, Trabalho e Produção - CORTRAP  termo de compromisso para a coleta de resíduos recicláveis gerados na EMGEA.

Esta parceria é resultado do 6º processo de seleção de cooperativas/associações de catadores de materiais recicláveis realizado na empresa.

Até a presente data deste ano o resíduo de recicláveis coletado nas dependências da EMGEA totalizou  1.130 kg, sendo 96% de papel, 3% de vidro e 1% de plástico.

Segundo Janilson Santana Graça, cooperado e ex-presidente da CORTRAP “a parceria tende a ser boa para a EMGEA e fortalece a cooperativa.”

A Presidente da Comissão para Coleta Seletiva-CCSS da EMGEA, Polyana Gabas disse ... “Conhecer o trabalho de separação do material reciclável na CORTRAP nos proporciona uma reflexão de como organizamos o que descartamos. Fazer o descarte com responsabilidade e respeito assegura qualidade ao trabalho dos catadores e consequentemente melhoria na produção da Cooperativa.”

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